Trecho deste artigo sobre a nova geração
de estudantes:
“Na atualidade temos essa nova, nova de
verdade, mobilização de estudantes secundaristas, que começou em São Paulo e já
se espalha pelo Brasil. A linha é a de ocupar e tomar o poder nas escolas,
ainda que por um período apenas, contra o pensamento e a vivência da
burocracia, do reacionarismo, da mesmice, da conivência, da subserviência e da
inércia, em defesa daquilo que todos dizem defender, uma revolução educacional
no Brasil.
É claro que as ocupações, por si sós,
revelam-se insuficientes e não produzem mudanças radicais, mas são uma
experiência de radicalidade, de luta autônoma, sem manipulação, sem pedir
licença a ninguém. Coisa muito boa há de se criar a partir daí.
Quanto à política, esse setor da
juventude rechaça por igual o PMDB, o PSDB, o PT, a pelega Ubes e todo o velho
formato da política, sem afrouxar e sem dar trela a qualquer conversinha. Esses
meninos e meninas sabem das coisas.”
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